terça-feira, 30 de abril de 2013

Salvador

Que o Inter é um grande exportador de craques todos sabem devido ao nosso vasto Celeiro de Ases. O que poucos sabem é que isso não é uma atividade recente. Já nos anos 50, quando isso não era tão popular quanto hoje, o Inter já iniciava esse tipo de atividade. Esse é o caso do jogador Salvador, que participou Rolinho, juntamente com Larry, Bodinho e Milton Vergara. Salvador destacava-se pelo sua arrancada, passes perfeitos e visão de jogo. Após destacar-se e ser campeão gaúcho em 4 anos (1951, 1952, 1953 e 1955) Salvador foi vendido ao Peñarol do Uruguay e posteriormente ao Rive Plate da Argentina onde também foi ídolo. Salvador foi, sem dúvida, um dos melhores meio campistas que envergaram a camisa vermelha.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Adriano Gabirú

Carlos Adriano de Souza Vieira, ou simplesmente Adriano Gabiru, é o nome do jogador que finalizou com maestria e frieza a jogada que resultou no gol mais importante da história do Inter, na majestosa vitória contra o Barcelona no Japão em 2006. Por muitas vezes contrariado pela torcida colorada, Gabiru deu a volta por cima e marcou se nome na história do Inter após entrar no lugar de Fernandão e garantir a vitória nos minutos finais da grande decisão. Adriano Gabiru ficou somente uma temporada no Inter e conquistou os principais títulos do clube (Libertadores e Mundial 2006).

domingo, 28 de abril de 2013

Christian

Christian é mais um ase do nosso Celeiro de Ases. Saiu da categoria de base para o profissional em 1992, quando foi tentar a carreira em Portugal. Voltou em 1996, mas somente em 1997 despontou como grande centroavante, marcando nada menos do que 23 gols no campeonato brasileiro daquele ano. Essa marca é um recorde absoluto entre os artilheiros colorados nesta competição. Também foi campeão gaúcho em 1997 ao lado de Fabiano, formando uma dupla inesquecível. Em 1999 Christian transferiu-se novamente para a Europa, agora amplamente reconhecido. Voltou ao Inter em 2007 para ser campeão da Recopa Sulamericana. O Deus Negro Colorado merece o seu lugar na galeria dos Heróis Colorados.

sábado, 27 de abril de 2013

Paulinho

Jogador de classe, habilidoso, com categoria exuberante e liderança. Essas foram algumas das características que Paulinho apresentou nos anos de Internacional. Capitão Piranha, como ficou conhecido pelos seus dentes potuberantes, foi eleito três vezes o melhor lateral-direito da história do Inter em enquetes realizadas pela revista Placar, nos anos de 1982, 1994 e 2006. Paulinho foi o grande líder do Rolinho, time que sucedeu o Rolo Compressor nos anos 50 e conquistou 3 vezes (1951, 1952 e 1953) o título gaúcho pelo Inter.

sábado, 20 de abril de 2013

Bibiano Pontes

Bibiano Pontes vestiu a camisa do Inter por 10 anos consecutivos e envergou a camisa vermelha em 524 partidas no total, perdendo apenas para o insuperável Valdomiro (805 jogos). De 1965 a 1975, Bibiano conquistou muitos títulos como o hepta campeonato  gaúcho em 1975 e o primeiro título brasileiro no mesmo ano, atuando ao lado de ninguém menos que Dom Elias Figueroa, formando uma dupla inesquecível até os dias de hoje.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Nilmar

Nilmar passou das categorias de base ao profissional do Inter em 2003, despontando como uma grande promessa em uma fase de reformulação do clube. A sua impressionante velocidade aliada com sua habilidade e controle de bola fizeram de Nilmar um ícone da camisa 9 colorada. Marcado pelos seus golaços, Nilmar voltou ao Inter em 2008 para ser campeão da Copa Sulamericana, fazendo o gol do título no Beira-Rio. Com a camisa do Inter foi campeão gaúcho em 2003, 2004, 2008 e 2009, campeão da Copa Sulamericana em 2008, campeão da Dubay Cup em 2008 fazendo um gol de bicicleta contra a Internazionale da Itália.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Luis Carlos Winck

Luis Carlos Winck saiu da base do Inter, profissionalizando-se em 1981, e fez parte do time tetracampeão gaúcho no início dos anos 80. Tinha velocidade, força na marcação, bom passe e chegava com muita qualidade no fundo do campo para fazer os cruzamentos para área, uma de suas especialidades. A camisa numero 2 do Inter foi vestida e defendida por Winck durante quase toda essa década, durando e 1981 a 1989. Foi convocado para a Sele-Inter da olimpíada de 1984 e para a   seleção olímpica de 1988, trazendo pra casa duas medalhas de prata, um feito para poucos atletas brasileiros. Em 1991 voltou ao Inter para ser campeão gaúcho daquele ano.